Arquivo do mês: fevereiro 2009

Como lidar com folgados….

Como esse meu site tem sido útil. O que era pra ser apenas um espaço para falar da minha rabugisse tem se mostrado, na verdade, um grande guia de auto-ajuda para as pessoas desorientadas. De acordo com o relatório de estatísticas do WordPress, muita gente acaba acessando meu site por causa de pesquisas feitas no Google. E isso me dá uma amostra muita boa do que as pessoas andam buscando. O termo pesquisado que mais direciona leitores ao meu site é “cuida da sua própria vida”. Todos os dias, várias pessoas digitam isso no Google e acabam parando no Diário de Um Rabugento. Mas a minha alegria ficou ainda maior quando vi que um dos termos pesquisados hoje no Google e que foi direcionado para o meu site foi “como lidar com folgados”. É isso mesmo: “Como lidar com folgados”. Não é maravilhoso? A pessoa pergunta ao Google como lidar com os folgados e eles indicam, na pesquisa, o meu site. Isso vale mais que dinheiro, vale mais que qualquer coisa. É a satisfação de ajudar quem também não agüenta mais tanta gente mala no mundo.

Bom, mas falando agora desses sites de buscas, a verdade é que eu nunca fui adepto do Google. Até hoje, preferia consultar a enciclopédia Barsa. Ali estão, realmente, todas as informações. Desde sempre. E eu sou de um tempo em que internet, email e celular não existiam. E mesmo assim a gente conseguia viver. Mas agora eu percebi. Na Barsa eu posso pesquisar sobre muitos assuntos, mas lá não tem a resposta para perguntas do tipo “como lidar com folgados”. Mas, se você perguntar pro Google, ele vai saber te dizer. É por essas e outras que eu digo: Não tem jeito, às vezes a gente tem que dar o braço a torcer e se render às novas tecnologias.

E quando você também estiver com qualquer problema sobre lidar com folgados e com todas as chatices do mundo, visite o Diário de um Rabugento. Leia tudo com atenção. Mas por favor, não me encha o saco. Pois eu sei como lidar com malas. E, muitas vezes, isso acaba mal.

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Um dia de fúria!

No post anterior falei sobre a ojeriza que eu tenho de praia. Mas eu não odeio apenas as praias. O fato é que as férias são capazes de nos proporcionar vários desses momentos desagradáveis. Meus filhos já foram crianças um dia, e lembro-me que, numa certa época, o que eles mais queriam era conhecer a Disneylândia.

– Um parque de diversões? O maior parque de diversões do mundo? Vocês só podem estar brincando comigo!! – Foi o que eu disse na época pra molecada.

Era só o que me faltava. Eu, Walmor Salgado, o rei do mau humor, ir a um lugar também conhecido como parque de diversões. Mas, enfim, vocês sabem como é. A gente é pai e é difícil mesmo falar não pra criançada. E eis então que, num período de férias muito tempo atrás, partimos pra Disney.

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Chegando lá, já dou de cara com um letreiro gigante: “Onde os sonhos se tornam realidade”. Pra mim, aquilo não tinha nada de sonho. Era o começo de um pesadelo. Comecei a andar dentro do tal parque e as crianças queriam ir nos brinquedos. Fomos a uma montanha russa gigante. Ô negócio grande, viu? Só esqueceram de avisar o pessoal que é bom não entrar de barriga cheia nesses lugares. Logo no primeiro looping, uma menina começou a passar mal e vomitou lá de cima. Respingos de vômito caíram no meu terno xadrez e aquilo já estragou meu dia.

Depois fomos em outros brinquedos e achei todos eles muito imbecis. Tinha um cinema em 3D que ficava chacoalhando a cadeira pra dar sensação de ser real. Em mim só deu uma baita dor nas costas. E aí depois tinham os desfiles. Tipo aquelas paradas civis. Meio tipo desfile de carnaval. A maior babaquice que eu já vi na vida. Nem tirei fotos pra não gastar dinheiro de filme e de revelação.

Mas se tudo já ia mal, no fim só piorou. Estava eu distraído, olhando para um pássaro verde que descansava sobre um banco, quando o Pateta chegou perto de mim. Eu não percebi que ele estava vindo e levei um baita de um susto. Que susto que eu levei! Ele emitiu um som meio estúpido, acho que era uma saudação feliz, e aquilo me irritou profundamente. Pra completar, ele ainda pisou no meu pé sem querer. Eu já estava odiando aquele dia no parque, e isso foi a gota d’água. Quando dei conta de mim, já estava correndo atrás do Pateta. Ele achou que era alguma brincadeira e saiu correndo e agitando os braços. E ele dava uns chutinhos no ar enquanto corria. Como se fosse um palhaço de circo. Mas eu não estava brincando. O negócio era sério. Quando alcancei o Pateta, enchi ele de safanões. Demorou um pouco, mas ele percebeu que aquilo não era uma brincadeira. Eu estava mesmo era socando aquele imbecil. Dei tanto safanão que acabou caindo a cabeça dele. E, por trás daquela cabeça de Pateta, havia um homem com cara de imigrante cubano. Continuei socando e as crianças, horrorizadas, começaram a gritar. Elas não entendiam direito. Por que aquele homem estava batendo no Pateta? E porque apareceu uma outra pessoa dentro daquela fantasia?

Só sei que depois de um curto período de tempo, apareceram vários seguranças, que me carregaram pelos braços e me levaram pra uma salinha muito estranha. Tiraram fotos de mim e falaram que iam deixar registrado lá pra eu nunca mais entrasse em nenhum dos parques do complexo Disney World. Falaram que a partir daquele momento eu era uma persona non grata. Yes!!! Consegui o que queria!! Agora, nem que meus filhos queiram, nem se eu ficar louco e quiser ir pra lá, eu não poderei mais entrar!! Perfeito!! Parque de Diversões nunca mais!! Esses lugares deveriam se chamar Parque de Tortura!! Tanto física quanto psicológica. Mas não importa. Isso é tudo coisa do passado. O que importa é que eu sou Walmor Salgado. O cara que, um dia, socou o Pateta!!

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Vamos a la plaia?

Ai, ai, hein… Parece que o ano começou. Se bem que, como me disse o Juan Piñeda, o ano só começa depois do carnaval. Mas a volta às aulas trouxe uma infinidade de gente pras ruas que faz todo aquele sentimento de desgosto voltar a correr em minhas veias. As ruas estão cheias novamente, e minha vontade de me enfurnar em casa passa a ser enorme.

Como me irrita conviver com a civilização. Não sei nem porque tem esse nome, afinal, de civilizada ela não tem nada. E por onde andava essa gente toda que não estava na cidade durante esse tempo todo? Estava no inferno? Não. Resposta errada. Mas estava em um lugar bem parecido com a temível casa do capeta. Esse povo todo estava na praia!!

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E aí eu me pergunto: o que tem pra se fazer de tão bom na praia que faz com que o povo todo se amontoe por lá? Eu acho praia uma das coisas mais nojentas que existe. Faz mais ou menos uns 35 anos que eu não mergulho no mar. Ainda me lembro a última vez em que entrei na água. Falei pra minha mulher: “Vou entrar na água, vou dar um mergulho daqueles”. E ela: “que entrar na água o que!! essa água é suja”. E eu rebati: “suja nada, olha quanta gente nadando”. Ela falou novamente pra eu não entrar mas é claro que eu ganho na teimosia e fui lá pra dentro do mar. Só deu tempo de eu molhar os pés e um baita dum “chokito” já veio rolando na minha direção. Saí da água correndo pra nunca mais voltar. O mar, pra mim, nada mais é que um grande banheiro público e coletivo.

Sem entrar no mar, só nos resta curtir a areia. E alguns poucos minutos são o suficiente pra você ficar com a pele toda sebosa por causa daquele vento melequento que existe na praia. E não dá nem pra por o pé na areia. O risco de pegar micose, bicho de pé, bicho geográfico é grande. Sem contar o perigo de você pisar num caco de vidro deixado por algum farofeiro ou em algum espinho de rosa dessas macumbas que sempre aparecem boiando. E aí tem aqueles vendedores que passam gritando e te dão aquele susto. E tem o pessoal que agita um pagodinho em volta do carro de batidas. E tem o cara do bijou com aquele pandeiro irritante. Só que nada me irrita mais que uma coisa. Quando alguma bola vem parar perto de mim. Pode ser de futebol, de vôlei ou de frescobol. Que raiva que dá. E a fila do chuveirão na hora de ir embora!! Era só o que me faltava.

Essa não é a vida que eu quero para mim. E tem gente que fala que gostaria de viver numa praia. Tem gente que vê beleza e até poesia no mar. Eu vejo apenas sujeira, nojeira e muita amolação. Ah, esqueci… E tem o sol também. E o calor… Ou seja, vocês estão todos loucos. Eu vou ficar sentado num lugar desses, com todos esses problemas que eu já citei, e ainda vou ficar derretendo de calor, suando que nem um porco, embaixo de um guarda-sol e me entupindo de protetor solar? Só se eu estiver caducando. Eu quero mesmo é a minha poltrona. Com as minhas pantufas preferidas, o meu pijama e, se estiver calor, com um ventilador ligado no canto da sala.

Em vez daquela famosa campanha contra as drogas, vou lançar a minha versão: “Praia, tô fora!”

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Será que sou um ET?

Minha mulher tem umas manias que me irritam. Não sei como ela consegue, mas a danada não desgruda os olhos da tv. Ela é realmente louca por esse tal de BBB.

BBB, caso você não saiba, é o Big Brother Brasil. Ou, pra alguns, o Big B#%ta Brasil.

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Tentei, então, ver um pedaço do programa pra tentar entender porque ela gosta tanto daquilo. E estava acontecendo uma festa. E o pessoal dançava animadamente, como se fossem as pessoas mais felizes do mundo. E foi aí que eu não entendi mais nada. Esse pessoal está trancado dentro de uma casa com um monte de gente que nunca viu antes na vida, e está todo mundo feliz? Ué, mas não era pra isso ser um castigo?

E todo mundo naquela casa é muito jovem. Quanta testosterona no ar. Quanta progesterona evaporando pelos poros. E o pessoal se pega mesmo. É um agarra-agarra danado. Ninguém tem o menor pudor. Precisava do Alborghetti pra dar um jeito nisso. Como ele mesmo diria: “É a maior putaria do Brasil!!”

E aí o pessoal precisa tomar banho de sunga ou de biquíni. E fazer o maior malabarismo pra trocar de roupa. E tem que andar com um microfone no corpo o tempo todo. E a minha mulher me disse que o Brasil inteiro se inscreve pra participar dessa porcaria. Todos atrás da fama. Será que estou ficando louco?

Mas aí comecei a descobrir algumas coisas legais nessa joça. As pessoas podem ferrar as outras. Isso é legal. Podem votar em quem elas gostariam que saísse da casa. E tem uma salinha fechada pra poderem falar mal de todo mundo. Mas acho que eu teria um problema nessa parte. Será que eu posso votar pra eliminar todo mundo?

E aí tem também a premiação. A última pessoa a ficar na casa ganha o prêmio de um milhão de reais. Aí sim!! Um milhão de reais. Isso me interessa. Dinheiro é uma das poucas coisas boas da vida. Como eu gosto disso!! Acho que eu ganharia, afinal, não ia ter quem me tirasse de dentro daquela casa. Ia me entocar em algum canto e não ia sair por nada. Garanto que ninguém é mais teimoso que eu. Ah, minha mulher está falando que não é bem assim, que isso é decidido pelo voto das pessoas. Parece que os telespectadores votam em quem deve ser eliminado. Mas aí ficou fácil então. Com o meu carisma e a minha simpatia, é claro que eu ia ganhar essa coisa.

Então é isso. Antes eu me achava um ET por nunca ter visto essa porcaria de programa. Mas agora passei a vê-lo com outros olhos. Será que eu posso me inscrever pro BBB do ano que vem?

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Eu, sou brasileirooooo, com muito orgulhooooo, com muito amooooor

Hoje eu vou falar sério. Não estou afim de brincadeira pro meu lado, tá compreendido? Entrei numa viagem filosófica sobre o país em que vivemos e é sobre isso que vou falar. Quer dizer, que vou escrever.

O Brasil é um país muito louco. Aqui é a terra do samba, do carnaval. Aqui, existem leis que simplesmente “não pegam”. E a gente sempre tenta dar o jeitinho brasileiro.

Aqui, a gente paga imposto até não poder mais. A gente tem um dos maiores índices de violência urbana. E esquece de tudo isso na hora de comemorar o novo ano que começa, na maior felicidade e na esperança que tudo vai ser maravilhoso.

A desigualdade social é uma coisa que não existe igual. A roubalheira dos políticos é algo de encher os olhos. Não vou nem falar da importância que é dada pra educação no país. Mas a gente bate no peito e diz que tem orgulho do nosso país. E canta em coro: “eu, sou brasileiroooo, com muito orgulhoooo, com muito amoooooor”.

Muito além dos políticos, nós temos um vício geral pela corrupção. Está enraizada nos mais diversos setores. Nos órgãos públicos, no comércio, nas ongs, nos esportes, na relação entre a polícia e a sociedade. Mas a gente esquece de tudo, afinal, esse é um país abençoado por Deus e bonito por natureza. Mas que beleza.

No Brasil, em geral, quem é honesto só se ferra. O que importa, hoje em dia, é “se dar bem”, custe o que custar. Inclusive passar por cima dos outros se for preciso. Mas ao entrar na avenida, no desfile de carnaval, somos todos iguais!!

Nesse nosso querido país, pagamos caro por uma previdência social que dificilmente conseguiremos usar. Vai pegar a fila do Inss pra ver o que é bom. Mas a gente é brasileiro, e não desiste nunca.

E na Copa do Mundo? Que alegria. A gente torce pra valer praquele bando de mercenários. Comandados por cartolas parasitas. Mas e daí?  Além de termos a melhor seleção do mundo (ok, isso é piada), não podemos esquecer que Deus é brasileiro.

A gente tem uma cidade afundada nacorrupção e na guerra civil mas insiste em chamá-la de “Cidade Maravilhosa”…  E a gente tem também a maior cidade da américa latina, que caminha para o caos total. Mas a gente prefere chamar isso tudo de progresso.

É isso aí. Não bato no peito e nem digo que tenho orgulho de ser brasileiro. Eu sou simplesmente eu. Walmor Salgado. Um cidadão do mundo. Um ser-humano, independentemente de onde nasceu. Chato de carteirinha. Um verdadeiro rabugento. Mas não sou mané. Antes de você vir com um papinho de patriotismo, pergunte pra você mesmo o que o seu país faz por você. E não digam que se eu estou incomodado que eu me mude, pois estou incomodado sim mas não vou me mudar. Já tô velho pra fazer esse tipo de aventura. Eu vou mesmo é ouvir um Raul Seixas. Cadê meu compacto com “Aluga-se”… É esse que eu vou ouvir. E depois vou dar uma volta que eu ganho mais.

Ei, Rauzito, tem um óculos escuro pra me emprestar?

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Respeito é bom… e conserva os dentes no lugar

Essa meninada juvenil anda perdendo o respeito pelos mais velhos… Eu não sei por que cargas d’água, mas os jovens gostam muito de mim. Talvez seja por toda a sabedoria de vida que tenho acumulada. Mas o fato de eu dar liberdade pra essa juventude escrever comentários no meu site e entrar em contato virtual comigo está fazendo com que eles percam o respeito pela minha pessoa.

Um desses meus fanzinhos veio me abordar na rua no domingo e ficou me torrando a paciência… Disse que fez um podcast e que tinha uma homenagem a mim… O mala aproveitou e me passou o link de onde estava esse podcast (até então eu nem sabia o que era esse tal de podcast).

Enfim, fui até o site ver do que se tratava e não entendi muito bem. O cara fez um arquivo de várias músicas de rock. É tanta barulheira junto que na verdade eu nem posso chamar aquelas coisas de música. Mas aí, no final, apareceu um tal de “Walmor Salgado’s Mix”. Fui ver do que se tratava e vi que esse tal “mix” em minha homenagem era uma mistura de uma música do Bob Dylan com um cantor chamado Marilyn Manson. Nunca tinha ouvido falar desse músico, então fui pesquisar no google e vi que se trata de uma verdadeira aberração da natureza.

Não gostei nem um pouco dessa homenagem e fiquei sem entender. Será que essa mixagem de músicas foi feita com o meu o nome pois o autor quis dizer que eu sou uma mistura de Bob Dylan com Marilyn Manson?

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Bom, se você quiser fazer o download desse tal podcast, vá até o site dessa meninada. Chama-se Site da Firma. Pra mim, eles não passam de um bando de fumetas e badernistas. Se eu pego esse cara que fez essa homenagem pra mim, não responderei por meus atos.Ele vai conhecer, da pior maneira, meu passado de boxeur amador dos anos 60.

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Os pequenos prazeres da vida

A Televisão está uma grande porcaria. Só transmite grandes lixos que torram minha paciência e me corroem lentamente. Mas nem tudo é tão ruim assim. Existe algo na televisão que é capaz de me manter por horas e horas olhando pra tela, totalmente hipnotizado. Eu realmente adoro passar meu tempo assistindo aos programas de televendas!!

Assistir a esses programas na madrugada é uma grande viagem. Um grande barato. Passar horas vendo uma apresentadora explicando as vantagens de você ter uma omeleteira é um prazer inexplicável. A apresentadora explicava, por exemplo, que a vantagem da omeleteira é que ela acaba com aquele problema que é virar a omelete na frigideira. E é verdade! Esse problema não existe mais. E aquela máquina de pão? Jamais eu terei um trambolho daqueles em minha cozinha, mas gosto de ver os apresentadores fazendo. Na última noite, passei mais de meia hora vendo a apresentadora explicando as vantagens de um certo tipo de edredon de cama. A mulher passou um tempão explicando que aquele tecido é isso, que aquele tecido é aquilo… me fala… tem coisa melhor pra ver na televisão?

E aí eles mostram todas as variedades de Gril caseiros. Tem o do George Foreman, tem o de tamanho gigante, tem um outro que você põe os espetinhos na vertical… Realmente demais!! E aí depois entra a seção de tecnologia, e eles mostram que com qualquer máquina fotográfica digital você pode imprimir as fotos em tamanho natural. Eu sei que ninguém vai fazer isso, mas é muito legal ver essas coisas. E depois eles ainda ficam te convencendo a comprar um contador de batimentos cardíacos, uma máquina de fazer espaguete e até uns aparelhos de ginástica revolucionários, como esse da foto, que eu duvido que alguém que não assiste a esses programas sabe como se usa:

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Você também não sabe como se usa isso? Pois então assista a esses programas.

Bom, eu sei que meu nível cultural é muito elevado e a genialidade é sempre difícil de ser compreendida. Por isso, imagino que vocês não vão concordar comigo. Mas a vida é feita de pequenos prazeres. E assistir a programas de televendas por horas a fio é um deles. Um prazer requintado. Para poucos. Coisas de Walmor Salgado, um rabugento que sabe das coisas

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