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Top 10 do Walmor – … and the winner is…

Hoje eu queria falar sobre essa chatice de aniversário de São Paulo. Mas eu prometi que ia anunciar o vencedor do Top 10 do Walmor. Então eu falo de São Paulo amanhã. E quanto ao primeiro lugar do meu ranking… Você tinha alguma dúvida de quem iria ganhar? Oras bolas!! É claro que sou eu…

1. Lugar – Walmor Salgado

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A pessoa que eu mais gosto no mundo sou eu. Quando penso o quanto gosto de mim, já me lembro de um conjunto de rock que meu filho ouvia muito nos anos 80, o Ultraje a Rigor: “Eu me amo, eu amo… Não posso mais viver sem mim”.

Quer dizer, na verdade, eu não gosto tanto assim de mim. É que eu desgosto tanto dos outros que a pessoa que eu menos desgosto sou eu mesmo. Mas tudo bem, eu sei que eu sou um mala. Um mala sem alça. Daqueles que quando entra numa discussão não dá o braço a torcer por nada. Quando eu entro numa discussão, eu consigo ser chato. Que nem quando a gente vai numa repartição pública, pega 15 filas, 30 senhas e no fim do dia ainda vai embora sem ser atendido. Ou quando você quer resolver um negócio no banco e não consegue. Aí eu sou chato. E discuto. E faço escândalo! E começo a bater boca aos berros. Pra todo mundo ouvir e virar o maior rebuliço. E deixar as pessoas costrangidas. Algumas vezes, acabei sendo retirado do local. Carregado por dois seguranças, um em cada braço. Esses bastardos!! Me erguem no ar e ainda amassam meu terno xadrez. Mas enfim, eu gosto de mim assim. Chato como eu sou.

E nisso eu sou mestre. Sou realmente rabugento. Mas eu não queria ser de outro jeito. Eu gosto de ser assim. Não faço promessas pra mudar algo no meu jeito, pois eu não quero mudar. E, por tudo isso, eu mereço esse primeiro lugar. Eu não sou aquela cerveja famosa, mas sou o número 1. E eu já disse nesse post mas não custa repetir: “Eu me amo, eu me amo… Não posso mais viver sem mim.. o-o-0-o…”

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