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Nem tudo está perdido…

Quando penso que a humanidade está por um fio, que essa raça animal simplesmente falhou e está fadada à extinção, eis que me surpreendo e vejo que nem tudo está perdido.

Cheguei até a ficar um pouco feliz (se é que isso é possível) ao ver que existem pessoas de atitude, como essa mãe que mostrou exatamente como deve se tratar um filho, ainda mais quando esse filho tem um dos piores gostos musicais possíveis e um visual que é totalmente inaceitável. Parabéns a essa mãe. Olhem só a manchete e leiam a incrível notícia!

Garoto emo tem cabelo cortado à força pela mãe

14/04 – 18:21 – Agência Estado

“Um garoto de 14 anos foi amarrado e teve o cabelo cortado à força pela mãe, nesta terça-feira, em Sorocaba, no interior do Estado de São Paulo. Tudo porque ele se identifica com o movimento “emo”, no qual os meninos deixam os cabelos lisos e penteados caírem sobre os olhos. O rapaz foi além e, sem a autorização da mãe, colocou um aplique colorido para aumentar a cabeleira.Ao chegar à casa, no Jardim Iguatemi, zona norte da cidade, a mãe, identificada apenas como Lucimar, de 37 anos, e a avó, Lúcia, de 57, correram atrás do garoto com uma tesoura e ainda o ameaçaram com um pedaço de pau. O garoto saiu de casa e correu cerca de um quilômetro, até atingir a Praça das Águas, no Jardim Abaeté, mas as mulheres o perseguiram de carro. Ele foi amarrado com uma corda e, além do aplique, teve cortado o próprio cabelo.

Em seguida, mãe e avó levaram o menino a um distrito policial, pois queriam denunciá-lo por desobediência. O caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar. O garoto foi levado para a casa da avó paterna. Os conselheiros tentarão intermediar a relação da mãe com o filho. Lucimar diz que voltará a amarrá-lo, se precisar. “Estamos fazendo isso por desespero, pois ele está tomando um caminho errado e, se der mal na vida, não será por minha omissão”, alegou.

O movimento emo ou emocore, abreviações do inglês emotional hardcore, é um gênero musical adotado originalmente pelas bandas do cenário punk de Washington (EUA). No Brasil, o gênero se estabeleceu em meados de 2003 e influenciou a moda de adolescentes caracterizada pelo comportamento geralmente emotivo e tolerante, e também pelo visual, que consiste em trajes pretos ou listrados, cabelos coloridos e franjas caídas sobre os olhos.”

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Corre Emo…

Vocês lembram dos Emos? Pois é, tive que andar pelas ruas esses dias, quando voltava das minhas incríveis férias (veja no post anterior), e constatei que essa espécie bizarra ainda existe.

Que decepção. Como pode? Pensei que estivessem extintos. Mas nem tudo está perdido. A meninada do Site da Firma (um bando de paga-pau da minha pessoa) me disse que fez até um clipe pra homenagear esses andróginos repugnantes. Trata-se do clipe “Funk do Emo Corre”, de um tal cantor Rodnei Di, que eu nunca ouvi falar. E o vídeo tem até uma tal de Sabrina Boing Boing dançando. Parece que é a mulher com o maior silicone do Brasil. Quanta futilidade. Aposto que a molecada vai adorar. Eles falaram que quando ficar pronto vão me mandar o link. Se bem que eu tô cagando, não tenho tempo pra ficar vendo clipe de música, nem na TV e nem na internet. Ainda mais com essas músicas pra jovens que, pra mim, não passam de lixo. Sei que não vou viver muito e por isso prefiro ocupar meu tempo com a leitura da Lista Telefônica e com os vídeos do Alborghetti no You Tube. Mas quem quiser ver, parece que já tem um vídeo de making of dessa joça de clipe do “Emo Corre” lá no Site da Firma.

Mas enfim, falando em Emos, lembrei que já escrevi algumas vezes sobre essas criaturas por aqui, e esse é um dos tópicos mais visitados aqui no meu site. Por isso, se você não teve o prazer de ler, segue aqui o link. Mas confesso que o mais legal são os comentários indignados dos Emos. Seus malas! Vão chorar no raio que os parta. E voltem logo pro clipe do Michael Jackson. Não aguento mais esses zumbis andando por aí.

Quer ver? Então clica aqui, porra!

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