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Corre Emo…

Vocês lembram dos Emos? Pois é, tive que andar pelas ruas esses dias, quando voltava das minhas incríveis férias (veja no post anterior), e constatei que essa espécie bizarra ainda existe.

Que decepção. Como pode? Pensei que estivessem extintos. Mas nem tudo está perdido. A meninada do Site da Firma (um bando de paga-pau da minha pessoa) me disse que fez até um clipe pra homenagear esses andróginos repugnantes. Trata-se do clipe “Funk do Emo Corre”, de um tal cantor Rodnei Di, que eu nunca ouvi falar. E o vídeo tem até uma tal de Sabrina Boing Boing dançando. Parece que é a mulher com o maior silicone do Brasil. Quanta futilidade. Aposto que a molecada vai adorar. Eles falaram que quando ficar pronto vão me mandar o link. Se bem que eu tô cagando, não tenho tempo pra ficar vendo clipe de música, nem na TV e nem na internet. Ainda mais com essas músicas pra jovens que, pra mim, não passam de lixo. Sei que não vou viver muito e por isso prefiro ocupar meu tempo com a leitura da Lista Telefônica e com os vídeos do Alborghetti no You Tube. Mas quem quiser ver, parece que já tem um vídeo de making of dessa joça de clipe do “Emo Corre” lá no Site da Firma.

Mas enfim, falando em Emos, lembrei que já escrevi algumas vezes sobre essas criaturas por aqui, e esse é um dos tópicos mais visitados aqui no meu site. Por isso, se você não teve o prazer de ler, segue aqui o link. Mas confesso que o mais legal são os comentários indignados dos Emos. Seus malas! Vão chorar no raio que os parta. E voltem logo pro clipe do Michael Jackson. Não aguento mais esses zumbis andando por aí.

Quer ver? Então clica aqui, porra!

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Os tempos, ah, eles estão mudando…

Acho que toda pessoa, de tempos em tempos, sofre uma pequena crise de nostalgia.

E essa nostalgia acometeu a minha pessoa nesses dias, quando estava eu ouvindo um pouco de Bob Dylan e sua maravilhosa música “The Times They Are A Changing”.

Já disse aqui nessa joça que Bob Dylan é um dos meus poucos ídolos. Nunca vi um músico tão rabugento e ranzinza. Posso dizer até que ele é perfeito. Mas vamos ao que interessa, que é o assunto desse meu texto: a nostalgia.

Eu sou de um tempo em que tudo acontecia no Centro de São Paulo. Os cinemas na Avenida Ipiranga, as casas de chá para ir com a namorada à tarde, os encontros de jovens na Rua Augusta, a turma da Tropicália infernizando nos hotéis da Avenida São João. Lembro até que foi no Centro de São Paulo que chegou a primeira escada rolante do país. Era uma grande atração.

Hoje, o que vemos nesses locais? Nóias fumando crack no centro da cidade, garotos roqueiros bêbados e andróginos lotando a Rua Augusta e os Emos, muitos Emos por todos os lados. Antes, cruzávamos com Caetano, Gil, Tom Zé, Mutantes e Cauby pelas ruas do Centro. Hoje, vemos Emos, Nóias, pessoas com pressa esbarrando umas nas outras e desempregados em geral.

Eu sou de um tempo em que o futebol era bonito de se ver, o carnaval não era uma putaria e a televisão passava o seriado Vigilante Rodoviário, a novela Beto Rockfeller, e o Mazzaropi tinha um programa de humor.

Hoje em dia? Nem sei o que passa, me recuso a ver tanta baixaria. A televisão acabou pra mim depois que o Alborghetti saiu do ar e o Pedro de Lara morreu.  Às vezes assisto a um pouco de Shoptime, pois a única coisa que gosto de ver são esses programas de televendas.

Eu sou de um tempo em que pedíamos a garota em namoro, demorávamos meses até o primeiro beijo, e pedíamos a mão dela em casamento para o pai, que sempre perguntava quais eram os dotes que você tinha para oferecer.

Hoje em dia? Como diria o Alborghetti, É A MAIOR PUTARIA DO BRASIL! A MAIOR PUTARIA DO BRASIL! Não preciso nem entrar em detalhes sobre a prosmicuidade que impera nos tempos atuais.

Eu sou de um tempo em que o celular, a internet, o GPS e o Twitter não existiam. E a gente conseguia viver mesmo assim! Hoje, parece que ninguém vive mais sem essas coisas. Apesar que eu não tenho e jamais terei Twitter e todas essas coisas relacionadas a redes sociais, pois não quero me socializar com ninguém nesse mundo. Já lido com a minha mulher e com meu papagaio e é mais que o suficiente. Quanto à internet, acho útil pois posso pagar contas e fazer compras sem precisar ir pras ruas e ver outras pessoas.

Eu sou de um tempo bom que não volta mais. Tempo em que os comerciais chamavam “reclame” e eu achava Gomex pro meu cabelo em qualquer vendinha de esquina. Hoje em dia? Como é difícil achar Gomex pra comprar…

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Eram os Emos Astronautas?

No post anterior, falei um pouco sobre essa espécie que habita a Terra e tanto me causa pavor: os Emos. Mas qual seria a explicação para a existência desses seres? Tenho algumas teorias:

Seguidores de Hitler?
Pode ser. Afinal, Hitler foi o primeiro dos emos. Seus ideais de segregação, de busca pela raça pura, têm muito a ver com a filosofia dos emos. Eles não querem se misturar com ninguém. Apenas com outros emos. Para eles, o resto dos seres humanos são pessoas insensíveis, sem sentimentos, que só pensam em coisas fúteis como trabalhar, estudar, comer, dormir… Para os emos, só os outros emos importam. Reza a lenda que os emos homenageiam seu mestre Hitler usando a mesma franja que ele. E, quanto maior a devoção, maior o tamanho da franja. Daí o motivo dessa molecada ter franjas tão compridas.

hitler
Extraterrestres?
Seriam os emos criaturas de outro planeta? Tem cada franjona bizarra que eu vejo nas ruas que já passo a imaginar que eles vieram de outro mundo. Garotos de visual tão andrógino que chegam a parecer garotas. Parecem seres assexuados. E com cintos e pulseiras metalizados. Gostam de músicas extremamente ruins. E, aparentemente, possuem apenas um olho. O suposto segundo olho jamais foi visto. Esses emos devem ser mesmo de outro mundo.

Seguidores de uma seita
Às vezes acho que os emos nada mais são que os seguidores de uma seita secreta. Assim como a Opus Dei ou como a organização Dharma, do seriado Lost. Os emos devem fazer parte de uma seita que se preocupa em controlar o crescimento populacional. Os grandes mestres dessa seita, com medo da população aumentar, criaram os emos. Criaturas bizarras que somente choram as dores do mundo e nunca se reproduzem. Meninos só se relacionam com meninos e meninas só se relacionam com meninas. Pra parar de nascer tanta gente no mundo. Acho essa teoria a mais viável. E a melhor. Pois assim como não nascem novas pessoas, também não nascem novos emos!! E, quem sabe, um dia estaremos livres dessas pessoas emotivas que tanto me assustam no meu dia-a-dia.

Ah, e se você for um Emo e estiver lendo meu blog, só digo uma coisa: nada de chorar, hein!!

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Terror na Babilônia

zumbi

Você já andou pelas ruas e se sentiu naquele clipe Thriller, do Michael Jackson? Você andando em um sentido da calçada e, no sentido oposto, dezenas ou centenas de mortos vivos trombando com você no seu caminho. Que nem naqueles filmes de zumbis… Pois bem, é assim que me sinto todos os dias andando pelas ruas de São Paulo.

Seriam zumbis? Seriam mortos vivos? Seriam os andróginos, que andavam em alta nos anos 70? Ou seria algum tipo de aberração da natureza? Fui me consultar com a garotada juvenil do meu condomínio. Por favor, me digam!! O que é isso? Parece que eles estão até mesmo entre vocês, criançada. O que é isso? Foi aí então que descobri do que se tratava. O mundo está sendo dominado…. pelos EMOS!!!!

Emo? Mas que cargas d’água é isso? Um menino me explicou. Emo vem de emocional, de emotivo… É uma garotada sensível. Que acredita no amor e que sofre muito por causa dele. Tudo bem. Mas precisa ter aquela franja enorme? Precisa pintar o olho? E, principalmente, precisa ficar com aquela cara de choro o dia inteiro? Ah, façam-me um favor. Vocês precisavam mesmo é pegar numa enxada. Pegar um trem lotado todas as manhãs. Tomar banho frio e, de preferência, servir o exército também. Seu bando de bundas moles!! Vão chorar no raio que os parta! E bem longe de mim.

Aí continuo a pensar: “e os pais dessas crianças?”. Imagina só o dia em que o moleque sai de casa e, de repente, volta com uma baita franja cheia de gel, cobrindo um dos olhos, e com aquelas roupinhas justas. E aqueles cintos e pulseiras. O pai logo pergunta: “ei moleque, que porra é essa? Tá virando viadinho?” E o menino responde: “Se liga pai, você tá por fora. A moda agora é esse visual. O que liga é ser emo”.

O que liga é ser emo? Era só o que me faltava. Tenho realmente muita dó dos pais dos emos. Imagina a aflição que esses pais passam ao ver, todos os dias, seus filhos se produzindo todo para encontrar com outros amigos que fazem o mesmo. Eles devem pensar que jamais serão avôs e avós!! Coitados. Me falaram que os meninos fazem até chapinha no cabelo!!!!!! E que eles tem até uma linguagem própria pra se comunicar, toda codificada, que seria um tal de miguxês… Miguxês? Que porra é essa? Eu tenho algumas teorias pra explicar esse surgimento e a existência dos emos no nosso planeta. Mas o texto já está um pouco longo e eu tenho mais o que fazer. Hoje é dia de receber minha aposentadoria!! Amanhã continuo essa história, no próximo post. E agora vou sacar minha grana e já sei como vou gastar. Vou comprar uma passagem pra alguma ilha deserta e me isolar por lá. Esses emos têm me deixado realmente com medo de sair nas ruas por aqui. Vai que um deles me abduz ou me hipnotiza e eu viro emo também…

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