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Um Jeito Walmor de Ser Parte 2 – Bom humor é para os fracos

Nunca achei graça em dar risada.  Pra mim, bom humor não existe. Bom humor pra que? Com o perdão do trocadilho, que coisa mais sem graça.

É por isso que compartilho com vocês hoje mais uma característica da minha personalidade, para você que admira a minha pessoa e quer ser um rabugento como eu (apesar que isso é mais dom do que uma questão de prática).

Então vamos lá: pare já com sorrisinhos! Esses sorrisinhos não te levam a nada. Normalmente mostram apenas as fraquezas da sua personalidade. Mostram que você é uma pessoa fraca, descontrolada, medrosa e até mesmo desequilibrada.

E não adianta virem com piadas pra cima de mim. Podem contar a piada que for, eu não dou risada.

Olhem para o mundo ao seu redor. Além de todos os problemas que todos vocês já conhecem, temos o problema maior de todos: as outras pessoas.

Eu acho as pessoas insuportáveis. São tantos os adjetivos que eu tenho para classificar os seres humanos que não vou nem perder meu tempo em escrevê-los. Basta ler outros textos antigos aqui do meu site. Mas, enfim, é por isso que eu digo que não temos motivos para sorrir. Aposto que neste momento, ao seu lado, ou perto de você, tem alguém de que você não gosta. Alguém chato, mentiroso ou falso. Ou tudo isso ao mesmo tempo. E então eu digo: rir pra que? Cadê o motivo da felicidade? Eu não vejo motivo algum.

Portanto, prezados leitores e prezados malas que tanto me amolam. Se você quer ser um autêntico rabugento, pare com as risadas. Pare com sorrisinhos. Pratique agora mesmo a rabugisse. Não sorria para as pessoas. Mantenha a expressão sempre séria e sisuda. Você vai ver como as pessoas vão te respeitar mais, vão temer você e, principalmente, não vão querer se meter com você. Você acha que alguém vai querer trapacear ou armar alguma coisa contra uma pessoa que está sempre séria, sempre compenetrada? É claro que não! Você acha que alguém, numa loja, vai atender mal alguém que está com uma cara séria de que pode mandar tudo à merda a qualquer momento? É claro que não!

Vejam minha foto aqui nessa joça de site pra ver mais ou menos o que estou dizendo sobre expressão facial. Tente praticar. Um rabugento autêntico não movimenta músculo algum do rosto quando está ouvindo alguém falar. Nem bochechas, nem boca, nada! É a expressão perfeita! A expressão exata! A expressão dos fortes. Pois nesse mundo sujo em que vivemos, só os fortes sobrevivem. E eu sou um deles.

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Mau humor é sinal de inteligência!

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É isso mesmo. Ser mal humorado faz bem pro cérebro. Na verdade, eu já sabia. Mas desta vez a afirmação não é minha. São estudos científicos que dizem e comprovam isso! Eu tinha razão!

Por isso, nunca mais torrem a minha paciência pedindo pra eu ser mais bem humorado! Que saco! Se você gosta de ser alegre e feliz, isso é problema seu. Eu gosto de ser um rabugento, e agora, com o respaldo da ciência, garanto que isso me torna um homem muito melhor. E tenho dito!

Se quiser ver a matéria sobre isso, clique nesse link aqui. Mas tem o texto reproduzido aí embaixo também.

Estudo diz que mau humor e tristeza afiam inteligência

As pessoas mal-humoradas possuem uma inteligência mais afiada segundo um estudo realizado por um cientista australiano e publicado na última edição da revista científica Australasian Science, informou hoje a rádio ABC.

“A tristeza e o mau humor melhoram a capacidade de julgar os outros e também aumentam a memória”, assegura o professor Joseph Forgas, da Universidade de Nova Gales do Sul, em Sydney.

“Enquanto um estado de ânimo positivo facilita a criatividade, a flexibilidade e a cooperação, o mau humor melhora a atenção e facilita um pensamento mais prudente”, explica o artigo.

“Nossa pesquisa sugere que a tristeza melhora as estratégias para processar a informação em situações difíceis”, acrescenta. Forgas ressaltou que as pessoas com um estado de ânimo mais decaído possuem maior capacidade de argumentar suas opiniões por escrito, pelo que concluiu que “não é bom estar sempre de bom humor”.

A pesquisa consistiu em uma série de experimentos nos quais se manipulava o estado de encorajamento dos participantes por meio de filmes e lembranças positivas ou negativas.

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Faça o Walmor feliz…

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Nesta terça senti uma coisa estranha. Fiquei preocupado. Será que deveria ir a um médico? Foi realmente muito estranho. Não sei se foi isso mesmo, mas parece… que eu senti um pouco de bom humor. Mas é claro que não era nada disso. Rapidamente me recompus e percebi o que sentia. Era apenas uma sensação de bem estar. Só isso.

O negócio é o seguinte: sou um morador de São Paulo e, depois que passa toda essa loucura de Natal, a cidade fica completamente vazia!!! É incrível. A cidade realmente esvazia. Menos gente, menos trânsito, menos barulho, menos pessoas, ou seja, muito melhor!! Aí a primeira coisa que a gente pensa: “bem que poderia ser sempre assim”. Já pensou como seria bom? Mas eu sei que é por pouco tempo. Apenas alguns dias. Mas, de qualquer forma, concluo que passado o martírio natalino, chegamos na melhor semana do ano pra quem mora nessa cidade. Esses dias de cidade vazia entre o Natal e o Ano Novo são realmente muito bons.

Aí então pego o jornal pra ler. E vejo as fotos das pessoas nas praias. O que é isso? Milhares e milhares de pessoas se acotovelando por um espaço na areia. E o trânsito que essas pessoas pegaram na estrada. E o trânsito pra se locomover no litoral? E as filas pra tudo? No mercado, nas padarias, nos banheiros. Em todos os lugares. Fila, muvuca, confusão, barulho. Como é possível? A pessoa passa o ano inteiro no maior caos, cheio de gente, de trânsito, de barulho, de tudo, e quando chega a hora do relax, todo mundo se locomove para o mesmo lugar e passa pelas mesmas coisas de novo. E depois dizem que o louco sou eu!

Pois então eu tenho uma idéia. Por que todos vocês, que amam praia, sol e calor não me fazem um grande favor? Já que gostam tanto daí, por que não ficam por aí? É isso mesmo. Não voltem mais. Fiquem aí na praia e não me encham o saco. Façam esse favor. Deixem a cidade mais vazia e a minha vida muito melhor. E quanto aos poucos que ficarem aqui em São Paulo, eu dou um conselho: vão embora daqui vocês também. Será que é possível? Está feito então o apelo. E lançada oficialmente a campanha:

“Faça o Walmor feliz, vá embora já daqui”!

E tenho dito.

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Perguntas, perguntas…

Se você anda de mau humor, uma boa saída pra acabar com isso pode ser a prática de dar respostas sinceras para perguntas ou comentários imbecis… Mais ou menos como naquela sessão da saudosa revista Mad… Pratique. Faz um bem danado.

Um leitor do site chegou pra mim esses dias e disse: “Nossa Walmor… Li uns posts no site que são, tipo assim, muito você”.  Eu respondi na lata: “É claro! Inclusive, quem escreve esses textos, que são ‘muito eu’, sou eu mesmo”. Tenha a santa paciência. Se sou eu que escrevo, como a pessoa vai me dizer que os textos têm a minha cara. Isso é lógico.

Que nem quando você corta o cabelo, e todo mundo chega e fala:  “Nossa, cortou o cabelo?” Dá vontade de dizer: “Não, foi minha cabeça que aumentou de tamanho”. Ou quando você chega em algum lugar e a pessoa diz: “Já chegou?”. Eu respondo: “Não. Eu acho que você está sonhando”.

E quando você acorda e outra pessoa diz: “Já acordou?”. Normalmente, eu me calo. Prefiro não responder essa pra não ser grosseiro.

Em geral, prefiro que não me perguntem nada. Até hoje, me recuso a usar relógio de pulso simplesmente porque as pessoas ficam te parando na rua pra perguntar as horas. Pra evitar essa encheção, prefiro não usar relógio.

Tente dar essas respostas sinceras. Seu dia será muito melhor.

Ah, e se me perguntam porque sou assim, uma pessoa tão rabugenta, essa eu faço questão de responder. Quer saber por que eu sou assim? Porque sim.

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Rir é o pior remédio

Dizem que rir faz bem pra saúde. Eu não vi a menor graça nessa história. Era só o que faltava agora. Rir de qualquer coisa só porque rir faz bem. Faz favor, né. Me dá um motivo pra rir. Mas um bom motivo mesmo. E não me venha com showzinhos de comédia. Porque, na boa, o humor me deixa de mau humor. Anda muito sem graça. A moda agora é a tal da stand up comedy. Pra mim, isso é patético. Os caras pegam qualquer assunto e contam como as coisas do cotidiano relacionadas a esse assunto são – hipoteticamente – engraçadas. Na TV, um novo fenômeno do stand up começou seu texto: “Banheiros de locais públicos sempre nos deixam em situações complicadas, né?… E a manobra que você tem que fazer pra mandar um número 2 sem encostar na privada?… E o papel pra enxugar a mão, que está cada vez menor… E ainda vem com aviso: “use apenas uma folha”…” Na boa, se isso é uma situação do cotidiano, eu sei disso. Não precisa ninguém me falar. E isso não vai me fazer rir. Por isso que não gosto de stand up comedy. Não precisa me falar sobre situações do cotidiano. Se são do cotidiano, eu já sei por conta própria. E tem gente que paga pra ver esses caras contando essas mesmas histórias num teatro. Ah, faça-me um favor… Só de começar a escrever sobre isso, já fiquei irritado. É isso mesmo. Mas eu não digo que eu nunca dou risada… Algumas coisas me fazem rir… Como por exemplo, ver as pessoas levarem tropicões na rua. Isso é demais!! E a cara de sem-graça que a pessoa faz, tentando se levantar logo e fingir que nada aconteceu… É demaissss!! Pior ainda quando alguma pessoa prestativa chega logo pra ajudar a pessoa que caiu. O acidentado fica mais sem-graça ainda, pois ele passa a ter a certeza que sim, todo mundo viu o capote… Essas situações podem tirar um pouco do meu mau-humor cotidiano.. Como num outro dia, quando escutei uma conversa entre taxistas num ponto… Um senhor branco, barrigudo e bonachão disse pro seu companheiro de trabalho franzino, de pele morena queimada de sol e chapéu branco, no estilo malandro carioca:

– Sabe uma coisa que é patética?

– O que?

– Uma moto batendo na outra. Não tem nada mais patético. Os caras fazem aquela fila no trânsito, aí o da frente vacila e começa aquele strike. Os de trás vão caindo, outros tentam desviar. É patético. – concluiu já com um grande sorriso no rosto o tiozinho bonachão.

Realmente. Deve ser engraçado mesmo. Infelizmente não tive a oportunidade de presenciar uma cena dessas. Mas garanto que quando vir, vou gargalhar em voz alta. Não vai ter como me segurar. Que nem naquela música imbecil do Falamansa, eu prometo rir à toa. Prometo rir no estilo Papai Noel, com a mão na barriga e fazendo ho-ho-ho… Mas enquanto eu não tenho a sorte de ver uma cena dessas, sigo nutrindo a rabugisse do meu mau humor. E você? Ta rindo do que? Tenho cara de palhaço por acaso?

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