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Eu fico puto da cara!!!

Alborghetti Para Sempre

Essa é uma frase que faz parte do meu dia a dia… O tempo todo… Em todos os momentos eu lembro do saudoso Alborghetti, que babava na televisão enquanto descia o porrete em sua bancada e gritava: “Eu fico Puto da Cara!!! Eu fico filho da puta da minha cara!!!”… Procure naquele tal de Youtube e você verá muitos vídeos do meu amigo e ídolo Alborghetti.

E se eu disse que eu falo essa frase o tempo todo, é porque eu tenho motivos pra isso. E vou listar alguns deles agora:

– Eu fico Puto da Cara com as pessoas!!! As pessoas me irritam. Muito!

– Eu fico Puto da Cara com os políticos (eles não são pessoas, certo?)!

– Eu fico Puto da Cara com as campanhas políticas, com as propagandas, com o Lula, com o Serra, com a Dilma, com o Netinho, com o TIRIRICA e com todos esses vagabundos que fazem da política uma profissão e se candidatam com o objetivo simples de trabalhar pouco e ganhar muito bem.

– Eu fico Puto da Cara com a Marta Suplicy, que gerou dois filhos que até hoje acreditam que podem ser músicos. Eu fico puto da cara com qualquer música que foi feita a partir de 1950 (tudo lixo pop).

– Eu fico Puto da Cara com as redes sociais. Odeio todas elas. Eu não tenho Twitter e atenção: eu NÃO vou entrar no Facebook. Entenderam, seus malas??!! A molecada do prédio fica me atormentando: “Seu Walmor, o senhor está no Facebook?”… Não, eu não estou e nem vou estar. O único lugar que eu vou estar é no Inferno. E espero que não demore muito.

– Eu fico Puto da Cara com os impostos que eu pago, com o trânsito que eu pego, com os vizinhos que fazem barulho, com as crianças que jogam bola na frente da minha casa, com os cachorros que latem e com as pessoas que puxam papo comigo. Aliás, um conselho: não é porque a gente está no mesmo elevador que a gente precisa conversar. Ok?

– Eu fico Puto da Cara com o futebol, com a Seleção Brasileira, com os jogadores pagodeiros que se acham os tais, com os torcedores imbecis e tudo o mais. A única coisa que me alegra no futebol é o meu grande time do Juventus da Moóca!

Ou seja, eu fico Puto da Cara com quase tudo. Com tudo e com todos. Aliás, eu vivo Puto da Cara. Eu sou Walmor Salgado, um sujeito rabugento e muito PUTO DA CARA!!!

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Os tempos, ah, eles estão mudando…

Acho que toda pessoa, de tempos em tempos, sofre uma pequena crise de nostalgia.

E essa nostalgia acometeu a minha pessoa nesses dias, quando estava eu ouvindo um pouco de Bob Dylan e sua maravilhosa música “The Times They Are A Changing”.

Já disse aqui nessa joça que Bob Dylan é um dos meus poucos ídolos. Nunca vi um músico tão rabugento e ranzinza. Posso dizer até que ele é perfeito. Mas vamos ao que interessa, que é o assunto desse meu texto: a nostalgia.

Eu sou de um tempo em que tudo acontecia no Centro de São Paulo. Os cinemas na Avenida Ipiranga, as casas de chá para ir com a namorada à tarde, os encontros de jovens na Rua Augusta, a turma da Tropicália infernizando nos hotéis da Avenida São João. Lembro até que foi no Centro de São Paulo que chegou a primeira escada rolante do país. Era uma grande atração.

Hoje, o que vemos nesses locais? Nóias fumando crack no centro da cidade, garotos roqueiros bêbados e andróginos lotando a Rua Augusta e os Emos, muitos Emos por todos os lados. Antes, cruzávamos com Caetano, Gil, Tom Zé, Mutantes e Cauby pelas ruas do Centro. Hoje, vemos Emos, Nóias, pessoas com pressa esbarrando umas nas outras e desempregados em geral.

Eu sou de um tempo em que o futebol era bonito de se ver, o carnaval não era uma putaria e a televisão passava o seriado Vigilante Rodoviário, a novela Beto Rockfeller, e o Mazzaropi tinha um programa de humor.

Hoje em dia? Nem sei o que passa, me recuso a ver tanta baixaria. A televisão acabou pra mim depois que o Alborghetti saiu do ar e o Pedro de Lara morreu.  Às vezes assisto a um pouco de Shoptime, pois a única coisa que gosto de ver são esses programas de televendas.

Eu sou de um tempo em que pedíamos a garota em namoro, demorávamos meses até o primeiro beijo, e pedíamos a mão dela em casamento para o pai, que sempre perguntava quais eram os dotes que você tinha para oferecer.

Hoje em dia? Como diria o Alborghetti, É A MAIOR PUTARIA DO BRASIL! A MAIOR PUTARIA DO BRASIL! Não preciso nem entrar em detalhes sobre a prosmicuidade que impera nos tempos atuais.

Eu sou de um tempo em que o celular, a internet, o GPS e o Twitter não existiam. E a gente conseguia viver mesmo assim! Hoje, parece que ninguém vive mais sem essas coisas. Apesar que eu não tenho e jamais terei Twitter e todas essas coisas relacionadas a redes sociais, pois não quero me socializar com ninguém nesse mundo. Já lido com a minha mulher e com meu papagaio e é mais que o suficiente. Quanto à internet, acho útil pois posso pagar contas e fazer compras sem precisar ir pras ruas e ver outras pessoas.

Eu sou de um tempo bom que não volta mais. Tempo em que os comerciais chamavam “reclame” e eu achava Gomex pro meu cabelo em qualquer vendinha de esquina. Hoje em dia? Como é difícil achar Gomex pra comprar…

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Essas redes sociais…

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O mundo é tão cheio de moda que não dá tempo nem de uma passar e já aparece outra que chega com tudo. E agora é esse tal de twitter.

Tiwter, pra mim, é aquela banda do menino de cabelo espetado que foi preso vendendo droga na balada. Passei muitos sábados assistindo o Viva a Noite em que eles cantavam: “Meu amor, nosso amor, tá 40 graus de febre…”… Ah, não era Twitter, minha mulher tá falando… Era Twister… Desculpe-me… Ah, e você não acredita que eu assistia o Gugu?? Eu assistia sim… Queria sempre ver a abertura pra rachar o bico com a dança do Passarinho… Depois de tomar o meu chá-calmante é o maior barato assistir a essas bizarrices.

Bom, mas voltando ao assunto do começo, esse tal de Twitter. Foi até capa de revista famosa nesse final de semana. E eu resolvi então ver do que se trata.

Meu Deus do Céu!!! É pior que o Orkut!! É um negócio que mais ou menos junta blog, msn e orkut ao mesmo tempo. Você adiciona as pessoas que você quer seguir e as outras pessoas também adicionam se querem te seguir ou não. E aí, tudo que você escreve nesse Twitter aparece pra quem te segue. E o que as outras pessoas escrevem aparece pra você. Um verdadeiro caos.

Eu tenho aversão, ojeriza, pânico total a essas redes sociais. Gente me seguindo? Eu seguindo os outros? Só se eu já estiver na camisa-de-força. Nem email eu uso. Não quero ninguém entrando em contato comigo. Tem cada mala no mundo que eu prefiro evitar. Só não evito algumas pessoas fundamentais pra minha vida. Como o vendedor desse meu chá-calmante. Não vivo sem ele. E tem também minha mulher e meu papagaio, que eu não tenho como evitar porque eles moram aqui. E tem também o….. ué, não tem mais ninguém. É isso aí, não quero ninguém mais entrando em contato comigo. Não quero saber de rede social nem na vida real e nem na virtual. E quanto ao Twitter?? Eu quero mais é que ele vá se lascar, sitezinho de merda!

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